Meta lança agente Muse com acesso a email, agenda e saúde
Meta apresentou o Muse, agente de IA pessoal que promete assumir tarefas do dia a dia do usuário. Pra isso, pede acesso a email, calendário, pagamentos e serviços de saúde, o conjunto de dados mais sensível que a empresa já pediu num produto de consumo. A aposta é a maior da Meta em IA voltada pro usuário final até agora, segundo o TechCrunch. O agente entra numa corrida em que big techs tentam convencer o público a delegar decisões do cotidiano (compras, agenda, finanças) pra um assistente automatizado. O desafio não é técnico, é de confiança. A Meta carrega histórico de escândalo de privacidade, e pedir acesso a saúde e pagamento logo de cara testa se o usuário topa entregar tanto dado sensível de uma vez só, pra uma empresa que ele já monitora com desconfiança. Pra quem cria conteúdo e depende das plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp) pra alcance e monetização, o Muse sinaliza pra onde a empresa quer levar a relação com o usuário: menos feed passivo, mais agente agindo em nome de quem usa. Vale acompanhar se a adoção decola ou trava na desconfiança.
Se o Muse pegar, a Meta passa a intermediar compra, agenda e pagamento do usuário, não só o feed; pra quem cria conteúdo, muda o jogo de atenção pra ação direta.
Fonte: TechCrunch
Dois lados da xícara ▲ Ganha Meta, que abre nova frente de monetização com dado de pagamento e saúde do usuário | ▼ Perde usuário que já desconfia da Meta com dado sensível, e concorrente sem essa base pra treinar agente |
|
|
|
Criador de games no YouTube ganha mais que na Twitch
 Levantamento da Stream Hatchet mostra criadores de games no YouTube Gaming fechando acordo de marca 23% mais caro que na Twitch, em comparação direta entre deals parecidos nos últimos dois anos. O dado confirma tendência que já aparecia no tráfego: a Twitch perde espaço pra YouTube Gaming e pra Kick, e seu tráfego caiu ano a ano enquanto o do YouTube Gaming cresceu. Pra criador de games, a conta é direta: mesma audiência, plataforma diferente, cachê maior. Quem distribui conteúdo em mais de uma plataforma ganha argumento novo pra renegociar com marca e agência. A diferença de preço tende a se acentuar se a migração de público continuar: marca paga mais onde a audiência está crescendo, não onde ela já foi majoritária.
Cachê de marca em jogo no YouTube Gaming já supera o da Twitch: quem cria conteúdo de games tem argumento novo pra cobrar mais.
Fonte: Tubefilter
A dose exata Criadores de games cobram em média 23% mais no YouTube Gaming do que em deals equivalentes na Twitch, segundo a Stream Hatchet. |
|
|