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Espresso Ao vivo As transmissões ao vivo bateram recorde de 31,7 bilhões de horas assistidas no terceiro trimestre de 2026, com a liderança do YouTube encolhendo enquanto TikTok LIVE e Kick avançaram. → Música e IA O YouTube Music lançou rótulos no player para músicas geradas total ou parcialmente por IA, inclusive em composição e vocais. → Druski no SNL Druski será o primeiro apresentador do Saturday Night Live que começou a carreira como criador de conteúdo, em 7 de novembro. →
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Prebid mostra propostas de integração com o ad tech do Google ordenadas pela Justiça
 O Prebid Summit, realizado em 13 de outubro em Nova York, apresentou propostas de integração entre o Prebid, organização sem fins lucrativos que ajuda editores a monetizar com ferramentas abertas, e o ad tech do Google. As propostas nascem de decisões antitruste recentes e foram reveladas primeiro pelo AdExchanger. Houve também debate sobre a monetização de editores na era da IA e sobre o risco de a tecnologia reforçar o domínio das plataformas. A endereçabilidade voltou ao topo da pauta depois do iOS 27 da Apple, e os palestrantes previram que o tema seguirá nos encontros do setor por anos. Alan Chapell, do Monopoly Report, disse que a decisão mais recente contra o Google, principalmente por manipulação de leilão, trata de um desafio da década passada. Para Chapell, a decisão de Leonie Brinkema deixa 'espaço para interpretação', e o Google tende a recuperar parte das provisões. Um dos palestrantes, Meyers, avaliou que a transparência é um passivo relevante para a internet aberta, porque os jardins murados controlam o relato dos próprios resultados e não enfrentam o mesmo escrutínio. Na visão de Meyers, a transparência é um trunfo diante de compradores de mídia, mas costuma ser usada contra a web aberta. Em outro painel, Joe Root, CEO da Permutive, disse que editores tentam aprender com a Meta, que refez a plataforma de segmentação sobre sinais do lado da oferta depois de esbarrar nos termos da Apple no início dos anos 2020. Otimistas lembraram que o Safari tem base de usuários relativamente pequena, mas os palestrantes previram mais do mesmo, repetindo discussões do começo da década.
A disputa de 2026 no ad tech sai do leilão e vai para quem consegue identificar o público.
Fonte: Digiday
Dois lados da xícara ▲ Ganha Plataformas fechadas, que reportam os próprios resultados e não enfrentam o mesmo escrutínio de transparência. | ▼ Perde A internet aberta, onde a transparência é usada contra ela na venda para anunciantes. |
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Fender e Marshall apostam em séries e site de histórias para aparecer nas respostas de IA
 Marcas não conseguem dizer ao ChatGPT como falar dos próprios produtos. O que podem fazer é investir em mais conteúdo de marca, no site ou fora dele, para dar mais material aos modelos por trás dos chatbots que o consumidor usa. É o que leva a Fender, fabricante de guitarras, e a Marshall, de amplificadores, a investir em experiências de site e em conteúdo editorial. Kelly Magrath, CMO da Fender em caráter interino, contou ao Digiday que o site foi reformulado para virar uma porta de entrada de contação de histórias. O destino traz vídeos curtos sobre a herança da marca, artistas que tocaram suas guitarras, como Jimi Hendrix, e os artesãos por trás dos instrumentos. A empresa costuma direcionar mídia paga para busca, YouTube e redes sociais, e não divulgou o orçamento anual. Boa parte do material também circula nos canais próprios, como o YouTube, com séries que marcam os 75 anos da Telecaster, favorita de George Harrison, Chrissie Hynde e James Hetfield, e demonstrações de pedais. O esforço busca ganhar visibilidade na fase de descoberta e pesquisa do consumidor. Uma pesquisa da agência Skyword indica que sete em cada dez consumidores nos EUA usam ChatGPT ou resumos de IA ao pesquisar produtos ou empresas. A Marshall Group, dona dos amplificadores e fones Marshall, mantém no YouTube a série Dead Venues, com shows de bandas novas em casas já extintas, como o London Fog e o China Chalet, de Nova York. A série faz parte de uma campanha em curso desde maio, que usa também mídia paga digital, parcerias com editoras independentes de música, mídia externa e ações experienciais. A empresa liga o apoio à música ao vivo, com selo próprio e patrocínio de turnês e casas, aos produtos, e quer se diferenciar no mercado de fones.
Contar a história da marca em vídeo virou também uma forma de ser encontrado quando o cliente pergunta a uma IA.
Fonte: Digiday
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Dentsu quer entretenimento dentro do orçamento de toda marca
 A Dentsu quer que entretenimento entre no orçamento de toda marca. Cathy Boxall, chefe global de entretenimento da agência, defende que os clientes façam acordos maiores do tipo. Um dia, uma marca pode contratar a Dentsu como agência global de entretenimento, com um briefing sem ligação com contas de criação ou mídia, e a ideia deixou de parecer exagero. O movimento nasce de um público que aprendeu a ignorar anúncios e de uma indústria do entretenimento com pouco caixa e menos resistência ao dinheiro de marcas. As redes sociais abriram a porta ainda mais: feeds que mostravam fotos de férias de amigos agora rodam séries de criadores que custam uma fração de uma série de TV. Boxall chegou ao Mipcom, o mercado anual de TV em Cannes que termina em 15 de outubro, com briefs bem específicos de clientes e uma lista de parceiros para encontrar. Cerca de metade do tempo vai para reuniões sobre esses projetos, com executivos de licenciamento, produtores, criadores e criativos. O restante vai para painéis, onde dá para ver para onde o setor caminha. A Dentsu é produtora e financiadora do filme Angry Birds Three, que ainda vai estrear, além de responsável principal pelo marketing, e abriu espaço para dois clientes, sem nomeá-los. A maioria dos acordos é menor, com a mesma lógica de encaixar o anúncio dentro de algo que o público quer assistir, seja filme, microdrama ou outro formato. Por ser investidora, a Dentsu fica perto da produção e leva oportunidades aos clientes primeiro, muitas vezes com exclusividade. Boxall entrou há 11 anos na área de produção e desenvolvimento global, e a unidade girou devagar por muito tempo porque as marcas não gastavam o bastante. Esse dinheiro está aparecendo agora.
Marca com verba de entretenimento passa a negociar direto com produtores e donos de propriedade intelectual, não só com a mídia.
Fonte: Digiday
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Último dia do Mipcom, em Cannes, onde a Dentsu busca parceiros para acordos de entretenimento de marca. 7 de nov · Druski apresenta o Saturday Night Live, o primeiro apresentador do programa que nasceu como criador de redes sociais. Novembro · Estreia de Shattered Legends, série de Critical Role e hololive no RPG Daggerheart, com Matt Mercer como mestre de jogo.
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Pra viagem Escolha três histórias do seu trabalho ou da sua marca, grave um vídeo curto de cada e publique o primeiro no seu site ou canal esta semana, como Fender e Marshall fazem com a própria história. Entre séries verticais, respostas de máquina e orçamentos de entretenimento, o fio comum é quem conta a história antes de alguém perguntar. Fica a pergunta: o que o seu trabalho teria para ser lembrado quando ninguém está procurando? |
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EDIÇÃO SELADA
Quem leu até aqui tem mais um achado desta edição atrás do lacre.
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