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Espresso Creators Felca anunciou a volta às redes sociais após sete meses afastado e disse que se escondeu por tempo demais. → YouTube O YouTube testa respostas geradas por IA nas buscas do app para usuários dos EUA que estão no grupo do experimento. → Google O Google liberou o Universal Cart para todos os usuários dos EUA e publicou um guia com os melhores momentos para comprar em categorias de produtos antes das festas. →
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The Verge reorganiza a equipe de audiência para a era pós-busca
 O The Verge, publicação de tecnologia da Vox Media, reorganizou a equipe de audiência para transformar visitantes casuais em leitores fiéis e diretos. Por anos, a prioridade foi SEO, distribuição, viralização e tráfego de referência. Esther Cohen, diretora de audiência e assinaturas, contou no Digiday Publishing Summit que a estrutura mudou bastante, com especialistas no lugar de generalistas. Segundo Cohen, a equipe agora tem especialistas e foca em entender onde estão os públicos de maior valor, como conquistá-los e que conteúdo oferecer em cada plataforma. O sucesso deixou de ser medido principalmente por visualizações de página: cada integrante tem metas próprias de crescimento, algo que ela chamou de super empoderador. A mudança acompanha outras redações. Em setembro, Monica Richardson, vice-presidente sênior do USA Today, anunciou uma equipe de audiência e produção digital com foco em produção centralizada, crescimento em áreas-chave de cobertura e distribuição fora das plataformas. A reestruturação do USA Today veio com demissões. No The Verge, o time cresceu nos últimos dois anos, embora Cohen não tenha informado números. Melissa Chowning, fundadora da Twenty-First Digital, diz que dedicar atenção a áreas específicas, do email à análise de redes sociais, faz sentido com a queda do tráfego de busca.
Quem publica conteúdo passa a medir o leitor que volta por conta própria, e não só o clique que chega pela busca.
Fonte: Digiday
Ouvido no balcão Em vez de ter vários estrategistas de conteúdo ou gestores de redes sociais fazendo um pouco de tudo, agora temos vários especialistas. Esther Cohen, diretora de audiência e assinaturas do The Verge, no Digiday Publishing Summit |
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Agências de segunda linha buscam espaço ao lado das três gigantes
 Enquanto Publicis, Omnicom e WPP consolidam o posto de maiores em tamanho, escala e influência, a segunda camada das grandes agências passa por novas formações, alianças e reformulações de marca. Dependendo do consultor ouvido, esse grupo inclui Dentsu, Havas, Horizon e Stagwell, e até Brandtech Group, Dept, MSQ, Tinuiti, Wpromote ou PMG. Poucos consultores citam a S4 Capital, de Martin Sorrell, cuja operação Monks tenta voltar aos trilhos entregando mais trabalho à inteligência artificial. Tom Denford, CEO e cofundador da ID Comms, chama Dentsu, Havas, Horizon e Stagwell de agências do Oceano Vermelho: mudaram menos que as três maiores e sofrem forte pressão comercial. Para Denford, nem todas estarão ativas em 3 a 5 anos, e o caminho é se diferenciar pela cultura, pelo DNA, pelas pessoas e pelo serviço, em vez de copiar as gigantes. Hasan Ramusevic, da consultoria Harmonium, vê espaço para quem combine escala e alcance global de uma holding com a agilidade de uma independente. Se o setor ficar ainda mais homogêneo, a notícia é ruim para os clientes, e a inteligência artificial aproxima todas as agências por natureza. A análise empresa por empresa da Digiday se baseia em entrevistas com cinco consultores.
Quem contrata agência verá a segunda linha tentar se diferenciar por cultura e serviço, não por tamanho.
Fonte: Digiday
A dose exata Para o consultor Tom Denford, nem todas as quatro agências do chamado Oceano Vermelho estarão ativas em 3 a 5 anos. |
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Meta mostra usos do Muse para pequenos negócios, de caixa a pixel
A Meta quer que mais empresas usem seus agentes de inteligência artificial Muse e divulgou exemplos de uso para orientar quem avalia a ferramenta. O pacote Muse para pequenas e médias empresas foi lançado no fim de setembro e reúne conectores com ferramentas de terceiros e a capacidade de análise do próprio Muse, para alimentar uma assistência automatizada ao negócio. No lançamento, a Meta citou quatro frentes: melhorar o conteúdo conforme as tendências de engajamento, gerenciar o fluxo de caixa, aprimorar a comunicação com clientes e desenvolver planos de marketing. Na semana passada, em comunicado enviado ao Social Media Today, a empresa somou outros exemplos: negócios também usam o Muse para configurar catálogos de produtos e instalar o rastreamento por pixel. Para o veículo, a compreensão sistemática do Muse pode simplificar esses processos e tornar a ferramenta um apoio valioso para marcas. Somando os dois grupos de exemplos, a Meta cobre seis tarefas: conteúdo, fluxo de caixa, comunicação com clientes, plano de marketing, catálogo e pixel.
A Meta mostra onde quer ver o Muse trabalhando no pequeno negócio, e a lista serve de guia para testar.
Fonte: Social Media Today
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No radar · a agenda de hoje Hoje · O Media Buying Briefing da Digiday chega por email às 10h (horário de Nova York), para assinantes do Digiday+. Quinta-feira · Novo jogo do Thursday Night Football no Prime Video, a vitrine das campanhas que ligam anúncio a venda. Até o fim do ano · A Mellow Sleep deve chegar a todas as lojas da Target nos EUA.
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Pra viagem Liste as seis tarefas que a Meta associa ao Muse (conteúdo, fluxo de caixa, comunicação com clientes, plano de marketing, catálogo e pixel) e marque quais já consomem seu tempo. Nos assuntos de hoje, vence quem sabe quem está do outro lado: a Amazon liga o jogo à compra, o The Verge quer o leitor que volta sozinho e a Target foi buscar a marca que já tinha plateia. Fica a pergunta de quem é, de fato, a audiência que você construiu. |
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