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19 OUT · Nº 075

Bom dia, cafeinado.

A Amazon fez do futebol de quinta uma vitrine que liga anúncio a venda, e o jogo de 1º de outubro bateu recorde de audiência na semana quatro. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🏈Amazon liga o jogo de quinta à venda01↓
🛏️Mellow Sleep sai do TikTok para a Target02↓
📰The Verge muda o time de audiência03↓
🏢Agências de segunda linha buscam espaço04↓
🤖Muse: usos para pequenos negócios05↓
 

Quem banca a edição de hoje

Blu Dot surpasses 2,000% ROAS with self-serve CTV ads

Home furniture brand Blu Dot blew up on CTV with help from Roku Ads Manager. Here’s how:

After a test campaign reached 211,000 households and achieved 1,010% ROAS, the brand went all in to promote its annual sales event. It removed age and income constraints to expand reach and shifted budget to custom audiences and retargeting, where intent was strongest.

The results speak for themselves. As Blu Dot increased their investment by 10x, ROAS jumped to 2,308% and more page-view conversions surpassed 50,000.

“For CTV campaigns, Roku has been a top performer,” said Claire Folkestad, Paid Media Strategist, Blu Dot. “Comping to our other platforms, we have seen really strong ROAS… and highly efficient CPMs, lower than any other CTV partner we've worked with.”

Using Roku Ads Manager, the campaign moved from a pilot to a permanent performance engine for the brand.

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01  A manchete↑ índice

Amazon liga o futebol de quinta à venda e reúne anunciantes como a Colgate

A Amazon montou em torno do Thursday Night Football (TNF) uma oferta em duas frentes: o anunciante aparece no jogo do Prime Video e reencontra o espectador na loja e nas telas da própria Amazon. Para Kim McCormack, da Colgate Total, o formato alcança o consumidor durante toda a jornada.

A Colgate Total repetiu a parceria iniciada em 2025. A campanha com Bijan Robinson, do Atlanta Falcons, fez a taxa de compra subir 8 vezes e dobrou as buscas pela marca, segundo estudo da Lucid feito no ano passado. A versão atual, com Amon-Ra St. Brown, do Detroit Lions, mira homens mais jovens e roda no Fire TV e no Prime Video.

A audiência sustenta a oferta: o jogo Steelers x Browns, de 1º de outubro, foi a partida de semana quatro mais vista da história da cobertura da Amazon, com público 19% maior que o do jogo equivalente de 2025, segundo a Nielsen. Adam Schwartz, da Horizon Media, diz que o discurso de vendas da plataforma funcionou.

Para anunciantes mais atentos à eficácia, a Amazon destaca o Prime como forma de ligar dados de vendas à exposição ao anúncio e de acessar esporte nacional sem passar pelas negociações de upfront da TV. Luke Fowler, da KSM Media, vê o TNF como complemento que evita os grandes compromissos antecipados das emissoras tradicionais. A Colgate não revelou quanto investe.

Anunciante passa a comprar esporte nacional e a medir venda no mesmo lugar, sem upfront de TV.

Fonte: Digiday

Dois lados da xícara

▲ Ganha

Amazon e marcas como Colgate, que ligam exposição no jogo a venda sem negociar upfront de TV

▼ Perde

Redes de TV tradicional enfrentam rival que vende esporte nacional sem os compromissos de upfront.

 
 
02  Varejo↑ índice

Target leva a Mellow Sleep, líder no TikTok, a 550 lojas

A Target recorre a marcas jovens para reformular a categoria de casa, em um plano de recuperação de vários anos. A próxima a chegar é a Mellow Sleep, lançada em 2025 e hoje a marca de sono mais vendida no TikTok. Está em 550 lojas desde 18 de outubro e chega a todo o país até o fim do ano.

A estreia no varejo físico vem após US$ 130 milhões em receita no primeiro ano, com projeção de superar US$ 300 milhões no segundo. Os preços da coleção de cinco produtos vão de US$ 39,99 a US$ 129,99.

A varejista precisa de fôlego: as vendas anuais de casa caíram US$ 1,09 bilhão (6,5%) no ano fiscal de 2025, o terceiro ano seguido com queda acima de US$ 1 bilhão, segundo a Home Textile Today. A Target também relançou a Shabby Chic como Simply Shabby Chic e cortou em média 15% os preços da linha própria de roupa de cama.

Para o cofundador Chad Keller, há compradores que preferem a loja física e outros que decidem pelo que veem no TikTok. A Target procurou a marca na primavera deste ano, menos de um ano após o lançamento no TikTok Shop.

Marca nascida em rede social ganha prateleira em grande varejo, e o canal de venda online vira vitrine de recrutamento.

Fonte: Digiday

O nível da xícara

Receita da Mellow Sleep no primeiro ano e projeção para o segundo, em milhões de dólares.

1º ano
  
US$ 130 mi
2º ano (projeção)
  
mais de US$ 300 mi
 

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Espresso

Creators Felca anunciou a volta às redes sociais após sete meses afastado e disse que se escondeu por tempo demais. →

YouTube O YouTube testa respostas geradas por IA nas buscas do app para usuários dos EUA que estão no grupo do experimento. →

Google O Google liberou o Universal Cart para todos os usuários dos EUA e publicou um guia com os melhores momentos para comprar em categorias de produtos antes das festas. →

 
 
03  Mídia↑ índice

The Verge reorganiza a equipe de audiência para a era pós-busca

O The Verge, publicação de tecnologia da Vox Media, reorganizou a equipe de audiência para transformar visitantes casuais em leitores fiéis e diretos. Por anos, a prioridade foi SEO, distribuição, viralização e tráfego de referência. Esther Cohen, diretora de audiência e assinaturas, contou no Digiday Publishing Summit que a estrutura mudou bastante, com especialistas no lugar de generalistas.

Segundo Cohen, a equipe agora tem especialistas e foca em entender onde estão os públicos de maior valor, como conquistá-los e que conteúdo oferecer em cada plataforma. O sucesso deixou de ser medido principalmente por visualizações de página: cada integrante tem metas próprias de crescimento, algo que ela chamou de super empoderador.

A mudança acompanha outras redações. Em setembro, Monica Richardson, vice-presidente sênior do USA Today, anunciou uma equipe de audiência e produção digital com foco em produção centralizada, crescimento em áreas-chave de cobertura e distribuição fora das plataformas. A reestruturação do USA Today veio com demissões.

No The Verge, o time cresceu nos últimos dois anos, embora Cohen não tenha informado números. Melissa Chowning, fundadora da Twenty-First Digital, diz que dedicar atenção a áreas específicas, do email à análise de redes sociais, faz sentido com a queda do tráfego de busca.

Quem publica conteúdo passa a medir o leitor que volta por conta própria, e não só o clique que chega pela busca.

Fonte: Digiday

Ouvido no balcão

Em vez de ter vários estrategistas de conteúdo ou gestores de redes sociais fazendo um pouco de tudo, agora temos vários especialistas.

Esther Cohen, diretora de audiência e assinaturas do The Verge, no Digiday Publishing Summit

 
 
04  Agências↑ índice

Agências de segunda linha buscam espaço ao lado das três gigantes

Enquanto Publicis, Omnicom e WPP consolidam o posto de maiores em tamanho, escala e influência, a segunda camada das grandes agências passa por novas formações, alianças e reformulações de marca. Dependendo do consultor ouvido, esse grupo inclui Dentsu, Havas, Horizon e Stagwell, e até Brandtech Group, Dept, MSQ, Tinuiti, Wpromote ou PMG.

Poucos consultores citam a S4 Capital, de Martin Sorrell, cuja operação Monks tenta voltar aos trilhos entregando mais trabalho à inteligência artificial. Tom Denford, CEO e cofundador da ID Comms, chama Dentsu, Havas, Horizon e Stagwell de agências do Oceano Vermelho: mudaram menos que as três maiores e sofrem forte pressão comercial.

Para Denford, nem todas estarão ativas em 3 a 5 anos, e o caminho é se diferenciar pela cultura, pelo DNA, pelas pessoas e pelo serviço, em vez de copiar as gigantes. Hasan Ramusevic, da consultoria Harmonium, vê espaço para quem combine escala e alcance global de uma holding com a agilidade de uma independente.

Se o setor ficar ainda mais homogêneo, a notícia é ruim para os clientes, e a inteligência artificial aproxima todas as agências por natureza. A análise empresa por empresa da Digiday se baseia em entrevistas com cinco consultores.

Quem contrata agência verá a segunda linha tentar se diferenciar por cultura e serviço, não por tamanho.

Fonte: Digiday

A dose exata

Para o consultor Tom Denford, nem todas as quatro agências do chamado Oceano Vermelho estarão ativas em 3 a 5 anos.

 
 
05  IA↑ índice

Meta mostra usos do Muse para pequenos negócios, de caixa a pixel

A Meta quer que mais empresas usem seus agentes de inteligência artificial Muse e divulgou exemplos de uso para orientar quem avalia a ferramenta. O pacote Muse para pequenas e médias empresas foi lançado no fim de setembro e reúne conectores com ferramentas de terceiros e a capacidade de análise do próprio Muse, para alimentar uma assistência automatizada ao negócio.

No lançamento, a Meta citou quatro frentes: melhorar o conteúdo conforme as tendências de engajamento, gerenciar o fluxo de caixa, aprimorar a comunicação com clientes e desenvolver planos de marketing.

Na semana passada, em comunicado enviado ao Social Media Today, a empresa somou outros exemplos: negócios também usam o Muse para configurar catálogos de produtos e instalar o rastreamento por pixel. Para o veículo, a compreensão sistemática do Muse pode simplificar esses processos e tornar a ferramenta um apoio valioso para marcas.

Somando os dois grupos de exemplos, a Meta cobre seis tarefas: conteúdo, fluxo de caixa, comunicação com clientes, plano de marketing, catálogo e pixel.

A Meta mostra onde quer ver o Muse trabalhando no pequeno negócio, e a lista serve de guia para testar.

Fonte: Social Media Today

 
 

No radar · a agenda de hoje

Hoje · O Media Buying Briefing da Digiday chega por email às 10h (horário de Nova York), para assinantes do Digiday+.

Quinta-feira · Novo jogo do Thursday Night Football no Prime Video, a vitrine das campanhas que ligam anúncio a venda.

Até o fim do ano · A Mellow Sleep deve chegar a todas as lojas da Target nos EUA.

Pra viagem

Liste as seis tarefas que a Meta associa ao Muse (conteúdo, fluxo de caixa, comunicação com clientes, plano de marketing, catálogo e pixel) e marque quais já consomem seu tempo.

Nos assuntos de hoje, vence quem sabe quem está do outro lado: a Amazon liga o jogo à compra, o The Verge quer o leitor que volta sozinho e a Target foi buscar a marca que já tinha plateia. Fica a pergunta de quem é, de fato, a audiência que você construiu.

 
 
 
CreatorShot Quiz

Quanto o público do jogo Steelers x Browns no Prime Video, em 1º de outubro, superou o do jogo equivalente de 2025?

A3%
B5%
C19%
D15%

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
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