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Espresso Threads O Threads anunciou uma equipe de oito comentaristas para liderar a cobertura da NFL na temporada, de olho na segunda tela dos domingos de futebol americano. → Meta A Meta diz que o app de IA Muse passou de 10 milhões de usuários, com compras entre as atividades mais usadas. → YouTube O YouTube criou uma pausa temporária para contas invadidas, que impede o invasor de publicar vídeos ou iniciar transmissões ao vivo. →
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YouTube é a plataforma que melhor conta histórias para a Geração Z, diz UCLA
O YouTube lidera como plataforma de histórias entre os jovens, segundo o Teens and Screens Report, pesquisa do Center for Scholars and Storytellers, da UCLA. Foram ouvidas 1.500 pessoas de dez a 24 anos, e quase 73% apontaram o YouTube como o meio que melhor transmite uma história. O resultado vale mesmo diante de formatos tradicionais: cinema, TV e videogames também foram considerados bons contadores de histórias por pelo menos dois terços do grupo. O Tubefilter observa que 2026 foi o ano em que Hollywood abraçou de vez o talento formado no YouTube, e a geração pesquisada pergunta por que a indústria demorou tanto. Yalda T. Uhls, fundadora e CEO do centro, diz que os guardiões do que se assiste mudaram e que os próprios jovens decidem o que querem ver, e recomenda que a indústria ouça tanto esse público quanto especialistas em desenvolvimento e bem-estar. Os estúdios parecem atentos: o texto cita o sucesso de filmes como Obsession e Backrooms e as contratações recentes da Sony, que levou veteranos do YouTube como Fede Goldenberg e Lauren Glaubach. Há um limite na animação dos estúdios: só 16,8% dos entrevistados escalariam um influenciador em filme ou série, e quase 40% prefeririam um ator desconhecido. Os adolescentes querem ver os criadores favoritos prosperando, mas por ora preferem mantê-los concentrados no YouTube.
Para o público jovem, o criador rende mais no canal do que no cinema, e o YouTube já é visto como palco de narrativa de primeira linha.
Fonte: Tubefilter
Ouvido no balcão The gatekeepers have changed and young people themselves are deciding what they want to watch and what they want to see more of in the content they choose Yalda T. Uhls, fundadora e CEO do Center for Scholars and Storytellers, citada pelo Tubefilter |
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Cresce a pressão por lei que obrigue robôs de IA a se identificarem
 A briga dos veículos de mídia contra a coleta de conteúdo por IA saiu da defesa técnica e entrou na política: o Media Briefing do Digiday descreve um movimento transatlântico por leis que obriguem os robôs a se identificar. Os números mostram a escala. Segundo o relatório de setembro da DataDome, a raspagem de conteúdo respondeu por 70,9% do tráfego malicioso de robôs analisado e cresceu 185,2% em doze meses. Na People Inc., o diretor de inovação Jon Roberts contou à plateia do Media Strategies, em Londres, que a empresa bloqueia dezenas de milhões de requisições de rastreadores de IA e deixa passar 38 robôs por dia. Roberts descreve robôs que chegam com nome, anônimos, fingindo ser humanos, disfarçados de rastreador do Google e até por proxies residenciais, e é nesse ponto que os governos entram. No Financial Times, Fiona Spooner, diretora-gerente de receita de clientes, relatou uma única conta que tentou acessar cerca de um milhão de artigos em oito horas, a partir de aproximadamente 700 mil endereços de IP. A Reach, por sua vez, registrou mais de 100 milhões de raspagens bem-sucedidas em seis meses, segundo o CEO Piers North. Bloquear rastreadores é só parte do problema: os veículos querem saber quem acessa seus sites e para quê, e é a pressão por essa transparência que leva a briga para a legislação.
Quem publica conteúdo aberto deve ver mais pressão por regras de identificação dos robôs, e não só bloqueio técnico.
Fonte: Digiday
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CNN International prepara venda de anúncios por agentes de IA para o início de 2027
 A CNN International mantém no calendário o primeiro dinheiro vindo da venda de anúncios por agentes de IA no primeiro trimestre de 2027, sete meses depois de anunciar o plano. A meta segue de pé mesmo com o futuro da CNN em aberto após a conclusão do negócio com a Skydance. Faisal Karmali, vice-presidente de operações digitais da CNN International Commercial e da empresa irmã Warner Bros Discovery, deu a atualização no Media Strategies do Digiday, em Londres, na semana passada. Karmali disse que a emissora ainda não está no ponto de ligar a negociação, mas quer ver como o inventário aparece para um agente do lado comprador. O roteiro divulgado antes previa fechar o escopo dos protocolos até o fim do segundo trimestre, testar como uma ou duas propriedades são lidas por modelos de linguagem no terceiro e avaliar comportamento de compradores e alocação de verba no quarto. Os primeiros usos seriam campanhas de performance, e até aqui o plano parece em dia. O trabalho é complexo: a emissora combina infraestrutura própria de agentes com tecnologia de terceiros e fornecedores como plataformas do lado da demanda, ensina ao agente as regras de negócio, cria uma interface e garante que o inventário seja lido corretamente pelos modelos que os agentes dos compradores usam. Do outro lado, os compradores constroem seus próprios sistemas, há dois padrões concorrentes que se sobrepõem em 13 funções e ainda não existe forma acordada de impedir que agentes burlem o sistema. Karmali defende conversa entre os dois lados enquanto as plataformas são montadas, porque hoje tudo nasce em silos e depois precisa ser conectado no meio. A fala indica que a emissora quer ter um produto pronto antes de sair atrás de negócios.
Venda de anúncio por agente de IA ainda está em teste, e o primeiro dinheiro real só é esperado no início de 2027.
Fonte: Digiday
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No radar · a agenda de hoje Hoje · O Digiday envia o Media Briefing por email às 10h (horário de Nova York), toda quinta, e a edição desta semana trata da pressão por leis que obriguem robôs de IA a se identificar. 1º de novembro · Começam as ofertas diárias da Target, uma nova por dia até 24 de dezembro, e as ofertas antecipadas de Black Friday da varejista vão de 5 a 7 de novembro. 19 de novembro · Grand Theft Auto VI chega às lojas, e criadores já se instalam em Miami, a cidade que inspira o cenário do jogo.
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Pra viagem Liste três produtos físicos que só o seu público usaria no dia a dia, além de caneca e camiseta, e anote quanto cada fã toleraria pagar, usando os US$ 225 do fone da Lofi Girl como referência. Entre o fone, o jogo de basquete e o robô que lê tudo, o fio é o mesmo: quem tem a atenção do público decide as regras, e o resto ainda está aprendendo a pedir licença. |
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