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CreatorShot

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28 OUT · Nº 084

Bom dia, cafeinado.

Criadores americanos ganharam classificação oficial de pequena empresa, e a Apple mexeu no tabuleiro da publicidade com o Safari. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🏛️Criador ganha classificação de pequena empresa01↓
📰DMG Media: receita social já vale 30%02↓
📚YouTube lança efeito de Shorts para ACOTAR03↓
🧴Lush cresce sem anúncio em rede social04↓
🍎Ad tech vai ao servidor após o Safari05↓
 

Quem banca a edição de hoje

The AI notetaker that gets the hard words right

Your AI is only as good as what you feed it. Feed it a transcript with your product names, acronyms, and numbers spelled wrong, and you spend the afternoon hand-fixing the output.

Wispr Flow Notetaker uses your dictionary and calendar, so product names, acronyms, numbers, and uncommon names come out spelled right. It pops up when your meeting starts and captures Zoom, Google Meet, Teams, and Slack huddles with one click, no bot joining the call.

Then your meetings show up inside Claude or ChatGPT through the built-in connector. No copy paste. Try Notetaker free on Mac and Windows.

Patrocinadores mantêm a edição gratuita

 
 
 
01  A manchete↑ índice

Criadores ganham classificação oficial de pequena empresa nos EUA

Em 15 de outubro, a Small Business Administration (SBA), agência americana que ajuda a criar e ampliar pequenos negócios, publicou a primeira orientação de classificação para criadores de conteúdo. O documento chega poucos meses depois de a SBA propor emendas para simplificar o enquadramento dos milhões de negócios liderados por criadores.

Esses negócios passam a ser classificados na área de Cinema e Vídeo (Motion Picture and Video). Criadores já podiam receber apoio da agência havia anos, se cumprissem requisitos como cidadania, localização, porte e acesso a crédito, mas não estava claro qual código do sistema NAICS usar ao pedir os programas.

Para Daniel Abas, fundador e presidente da Creators Guild of America, criadores moldam cultura e consumo há mais de uma década, mas eram tratados como despesa de marketing, não como empresas. Lauren Lyster, da Go Fish Digital, diz que, com o reconhecimento federal, quem decide onde o dinheiro vai, como bancos, CFOs e áreas de compras, passa a tratar criadores como classe de ativo.

Lyster aponta um efeito prático: marcas podem deixar de pagar criadores como compra de mídia e passar a vê-los como fornecedores tradicionais. Avi Gandhi, da CGA, chama a medida de primeiro passo para reconhecer o tamanho da economia de criadores nos EUA, e o Digiday questiona se ela ajuda de fato ou é só vitrine.

Quem vende conteúdo passa a ter enquadramento oficial nos EUA, o que pode mudar a forma como marcas contratam criadores.

Fonte: Digiday

 
 
02  Mídia↑ índice

DMG Media abre receita social que já vale 30% da New Media

A divisão New Media da DMG Media completa um ano com uma fonte de receita que não existia antes. Briefs diretos só para redes sociais, campanhas que excluem os produtos impressos e digitais do grupo, já respondem por 30% da receita da divisão, segundo o diretor Nathan Aspell.

Neste mês, a DMG fechou uma campanha que combina social, impresso e online, e só a parte social vale sete cifras, segundo Aspell. O grupo faturou £1,92 bilhão (US$ 2,56 bilhões) em 2025, mas a New Media ainda não tem receita divulgada à parte.

A divisão reúne mais de 100 profissionais e 11 marcas, entre elas Daily Mail, Mail Sport e This Is Money (finanças pessoais para a Geração Z). O conteúdo social gerou 3 bilhões de visualizações mensais e publica em média 2 mil peças por mês no Instagram e no TikTok.

Os 25 criadores contratados aparecem em 90% do conteúdo patrocinado, e Aspell diz que integrá-los à estratégia eleva o engajamento da rede em 50%. A aposta responde à pressão sobre o tráfego de referência: em vez de mandar gente ao site, as editoras criam formatos para assistir no feed e vendem patrocínio em torno deles.

Editoras já vendem patrocínio de conteúdo feito para o feed, e criadores contratados são parte central do negócio.

Fonte: Digiday

A dose exata

Os criadores contratados aparecem em 90% do conteúdo patrocinado da New Media, da DMG Media.

 

Quem banca a edição de hoje

The holiday streaming season is almost here

Are you ready? As revealed in our holiday playbook, Roku Ads Manager lets you easily set up, measure and optimize your self-serve holiday ad campaign. You can even create a shoppable ad unit that lets streamers buy directly from their remote.

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Espresso

Instagram O Instagram testa vídeos de até 90 minutos e reprodução na Apple TV, mas ainda não reparte receita de anúncios com criadores. →

Tubi A Tubi revelou os dez primeiros programas liderados por estrelas do TikTok no programa Creatorverse Incubator. →

VeYou O produtor Tommy Harper vai encerrar o app de microdramas VeYou em 6 de novembro, cerca de seis meses após o lançamento. →

 
 
03  Criadores↑ índice

YouTube lança efeito de Shorts e série com Haley Pham para o novo ACOTAR

O sexto livro, A Court of Splintered Harmony, da série de romantasia A Court of Thorns and Roses, de Sarah J. Maas, foi lançado ontem, e o YouTube parece ter feito parceria com a editora Bloomsbury para mobilizar o BookTube.

Entre as peças está um episódio da série Channeling com a YouTuber e autora Haley Pham, que leu os cinco primeiros livros em uma semana e registrou a maratona em vlog. No episódio, ela mostra a carreira de autora e uma sessão de fotos de fantasia com cota de malha.

Há também um quiz que indica a qual corte feérica o espectador pertenceria. Em vez de uma página com múltipla escolha, é preciso abrir o Shorts no celular, tocar em Criar, usar o efeito 'ACOTAR Quiz' e gravar enquanto responde. Aparentemente não é preciso publicar o vídeo, mas o efeito é feito para compartilhar.

Completam a ação um ícone de barra de progresso chamado Starfall em vídeos ligados a Maas e um fundo animado temático no Google Search. Para explicar a escolha, o YouTube citou dados da NRG: 69% dos americanos de 14 a 44 anos assistiram a vídeos de uma comunidade de nicho ou subcultura online nos últimos 12 meses.

Nichos de leitura e comunidades de fãs viram palco de campanha das plataformas, com espaço para criadores do segmento.

Fonte: Tubefilter

Ouvido no balcão

YouTube is here to help fans celebrate the release with special ACOTAR experiences on YouTube, new content from your favorite creators, and a custom Shorts effect that reveals which Court you'd be a part of

Samantha Rose, colaboradora do blog oficial do YouTube, em post de anúncio

 
 
04  Marketing↑ índice

Lush largou os anúncios em redes sociais e ainda cresceu

A Lush, marca britânica de cosméticos, decidiu em 2021 deixar Instagram, Facebook, TikTok e Snapchat, em protesto contra as políticas de dados e os algoritmos das plataformas. A saída veio depois das revelações da denunciante do Facebook Frances Haugen sobre danos à saúde mental de adolescentes. Em 2023, parou de postar também no X.

O TikTok da marca, com 344,9 mil seguidores, tem um único post e está parado há anos. Para Jeremy Ekes, da January Digital, o social pago serve para ganhar alcance, e abandoná-lo custa visibilidade e obriga a buscar outros caminhos até o consumidor.

A Lush reconstruiu esses caminhos com criadores, eventos presenciais, o aplicativo próprio (2,8 milhões de usuários) e o e-mail, que alcança mais de 6 milhões de pessoas, segundo Hamfelt. Só o Instagram da Lush Cosmetics na América do Norte tem 3,6 milhões de seguidores.

As colaborações com Wicked, Hello Kitty, Minions, Minecraft e The Grinch geraram cerca de £34 milhões (US$ 47,9 milhões) em vendas, segundo o balanço de junho, sem que a marca detalhasse as vendas por coleção. A Lush também abriu um Substack, entrou no Bluesky neste ano e mantém YouTube e Pinterest de forma orgânica.

Canais próprios, como e-mail e app, podem sustentar uma marca mesmo sem anúncio pago em rede social.

Fonte: Digiday

O nível da xícara

Alcance dos canais próprios da Lush frente ao Instagram da operação norte-americana, em pessoas.

App
  
2,8 mi
Instagram EUA/Canadá
  
3,6 mi
E-mail
  
mais de 6 mi
 
 
05  Publicidade↑ índice

Ad tech acelera integrações no servidor após restrições do Safari

Depois de semanas de incerteza sobre as restrições do Safari a domínios ligados a provedores de identidade, empresas como a ID5 avançam em integrações no servidor, enquanto outras se reúnem em torno do Trusted Server Framework, do IAB Tech Lab.

A explicação do WebKit, divulgada na semana passada, esclareceu que a Apple se opõe a identificadores derivados de dados como e-mail usados para reconhecer pessoas entre sites sem consentimento explícito. Só que o texto veio depois de as restrições entrarem em vigor, e editoras e fornecedores correram para entender o impacto.

Testes ao vivo vistos pelo Digiday na semana de 19 de outubro apontam como afetadas Audigent (da Experian), ID5, LiveRamp (agora da Publicis Groupe), Permutive e The Trade Desk. A comunicação da Apple segue seletiva: a maioria das fontes cita o portal do WebKit como canal principal, e algumas relatam conversas reservadas.

Amy Jansen-Flynn, da Audience360 & Publift, avalia que desligar a endereçabilidade de editoras independentes enquanto as plataformas fechadas mantêm a sua concentra o rastreamento em vez de eliminá-lo. O impacto comercial imediato é difícil de medir: segundo a Permutive, poucos clientes foram afetados, porque a adoção entre consumidores ainda é baixa, mas deve crescer.

Quem monetiza com identificadores no navegador tende a migrar para soluções no servidor, e o efeito ainda é incerto.

Fonte: Digiday

 
 

No radar · a agenda de hoje

Hoje · O Future of TV Briefing, do Digiday, sai às quartas, às 10h (horário de Nova York).

6/11 · Último dia do VeYou, app de microdramas, que sai do ar nessa data.

Em dezembro · Mensagens dos servidores públicos do Discord começam a aparecer em resultados de buscadores.

Pra viagem

Compare hoje o número de contatos da sua lista de e-mail com os seguidores da sua maior rede e anote a diferença.

Entre o carimbo oficial para criadores, a lista de e-mail da Lush e o Safari mexendo nos identificadores, o dia girou em torno de quem controla o caminho até o público. Qual desses caminhos é seu de fato?

 
 
 
CreatorShot Quiz

Segundo a edição, qual canal próprio da Lush alcança mais de 6 milhões de pessoas no mundo?

AO aplicativo da marca
BO e-mail marketing
CO Instagram da América do Norte
DO TikTok da marca

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
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Clímax da temporada

Maratona dos 7 dias finais

◆◆◆28293031

Dia 4 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10

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dias feitos
{{maratona_faltam | 6}}
pra fechar

Presença por clique, voto ou quiz. Sem folga na maratona: o seguro do mês cobre 1 dia.

Acompanhar minha ofensiva →

 

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